Vem, cara, me retrate/Não é impossível/Eu não sou difícil de ler/Faça sua parte/Eu sou daqui eu não sou de Marte/Vem, cara, me repara/Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim/Só não se perca ao entrar/No meu infinito particular(...)"

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Sexta-feira, 7 de Julho de 2006

"What the bleep do you know?"- "Quem somos nós?"

Já algum tempo que era para postar algum sobre este filme-documentário já o vi faz alguns meses, mas em conversa com algumas pessoas fiquei a saber que cá não foi muito divulgado, falado, enfim qualquer coisa ...ado, inclusivé me disseram que não o encontram em lado algum, pois bem quem estiver interessado eu tenho, e por mera curiosidade aqui vai alguma informação:

Amanda

a protagonista, é interpretada por Marlee Matlin, que se vê numa fantástica experiência ao estilo de 'Alice no País das Maravilhas', quando sua vida cotidiana, tão carente de inspiração, literalmente começa a desenredar-se, revelando o mundo incerto de valores ocultos, encobertos por uma realidade alarmante, que a maioria de nós considera normal.

Amanda é literalmente lançada em direção a um redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que encontra durante esta odisséia revelam um conhecimento mais profundo e oculto, que ela jamais percebera querer saber.

Assim como toda heroína, Amanda é mergulhada numa crise, passando a questionar as premissas fundamentais de sua vida - e percebe que a realidade na qual sempre acreditou, principalmente em relação aos homens, os relacionamentos com outras pessoas, ou, ainda, a maneira como seus sentimentos afetam seu trabalho, não faz parte, de fato, da vida real!!

À medida que Amanda aprende a relaxar vivendo essa experiência, ela se torna capaz de dominar seus temores, adquire sabedoria e conquista a chave dos segredos de todas as idades, tudo isso, de uma forma muito divertida. A partir daí, ela já não é mais uma vítima das circunstâncias, mas está a caminho de ser a grande força criativa de sua própria vida, que, por sinal, jamais voltará a ser a mesma.

Os quatorze cientistas e místicos entrevistados ao longo do módulo do documentário representam uma espécie de 'Coral Grego' dos tempos modernos.

Numa cena artística de dança, suas idéias são entremeadas, como se estivessem tecendo um tapete, usando a verdade como o fio da trama. Os pensamentos e as palavras de um dos membros do coral se misturam aos daquele que vem a seguir, acrescentando uma ênfase maior ao conceito intrínseco no filme, que se baseia na interligação de todas as coisas.
Os membros do coral atuam como se fossem anfitriões que vivem do lado de fora da história, e, a partir desta visão Olímpica, manifestam seus comentários a respeito das atitudes dos personagens que iremos descrever a seguir.

Eles também estão ali para apresentar as 'Grandes Questões' levantadas, tanto pela ciência, quanto pela religião, que dividem o filme em uma série de atos.

Conforme o filme transcorre, a distinção entre a ciência e a religião passa a ficar cada vez mais embaralhada, já que nos damos conta de que tanto a ciência, quanto a religião, na verdade, são parte de um único fenômeno.

O filme utiliza a animação para transmitir a intensidade do conhecimento radical que os avanços da ciência vêm revelando durante os últimos anos.

Seqüências poderosas em cinematic exploram o funcionamento interno do cérebro humano. Uma animação de natureza peculiar nos apresenta à menor fração de consciência existente em nosso corpo, a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem central do filme, de uma forma contundente e poderosa.

Feitas com muito humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas uma pequena parte daquilo que torna esse filme tão ímpar no contexto da história do cinema, o que certamente fará dele INESQUECÍVEL.

 

Assistir ao filme “Quem somos nós” abre inúmeras possibilidades de reflexões sobre a nossa existência e o poder de co-criação da realidade. Mas, muito além de refletir sobre esse poder, o filme nos convida a viver o empoderamento daquilo que somos.

Uma lembrança de que o universo se encontra
no lapso de segundo
entre a inspiração e a expiração.


Provemos isso:

Inspire profundamente, e vagarosamente expire todo o ar. Sentiu o universo todo no seu peito? Identificou-se com toda a magnitude que somos? Não! Tente novamente. Agora ponha a mão sobre seu coração, perceba seu batimento contínuo; imagine o sangue que flui sem parar. E agora visualize suas células, muitas delas, neste exato momento estão se dividindo e assim por toda a sua vida. Fluxo, processo, transformação incessante.


Na essência da manifestação biológica da vida, encontramos uma tensão criativa entre a permanência e a mudança. Da duplicação da fita de DNA a continuidade de uma espécie temos uma dança entre a permanência do tipo (uma célula se divide em outras células filhas iguais, uma prole mantém as características da espécie). Mas, essas mesmas estruturas rendem-se às transformações do meio ambiente, manifestam suas diversidades ocultas, disponibilizam a mudança necessária para uma melhor adequação.


Isso é vida:

permanência e mudança, sem dualidades num contínuo não linear, um processo. Entregar-se a esse fluxo é conectar-se com a intimidade da vida. E para qualquer entrega é necessária a confiança. E como confiar se não temos mais o controle das variáveis que manipulam o fenômeno, se sabemos que observador e observado criam a realidade exatamente na relação que se estabelece entre eles, no fluxo. Como confiar e entregar-se? Como entrar na quadra de basquete e jogar os possíveis jogos? O filme nos deixa várias dicas que são traduzidas na percepção que cada um faz, na relação que se estabelece entre a mensagem e o espectador.

Para mim, a confiança emana da conexão que estabeleço com a luz que sustenta essa tensão criativa.Uma luz que me inunda de amor incondicional, de alegria e bem aventurança.

Eu confio que as melhores possibilidades irão se manifestar para todos que estiverem verdadeiramente conectados com a luz interior. Essa conexão nos empodera e nos fortalece, reconhece a divindade de cada ser. Mais do que entender como podemos confiar, o filme nos convida a vivenciar a reconexão. Pois, se temos a teoria do conhecimento e só trabalhamos com o nosso intelecto, tornamo-nos vulneráveis ao fracasso, ao reconhecimento intelectual do outro. E, muitas vezes, passamos a ser arrogantes. Para mudar com sucesso, precisamos transmutar nosso conhecimento, nossa percepção de realidade em amor incondicional. O amor em nós mesmos cria confiança e dá-nos a oportunidade de ver, através dos olhos de nosso ser superior, a nossa essência. Tornar presente no cotidiano a lembrança desse valor original é nossa prioridade no momento da grande virada.


Mais uma vez:

ponha a mão sobre seu coração, perceba seu batimento contínuo; imagine o sangue que flui sem parar. E agora visualize suas células, muitas delas, neste exato momento estão se dividindo e assim por toda a sua vida.

Inspire profundamente,
expire vagarosamente,
conecte-se.
Boa viagem!

 

 

Luzia Castañeda
PhD em Genética e Evolução, Historiadora da Ciência e Membro do Instituto de Estudos do Futuro – IEF.

Em busca do ser quântico...
perdido

Bleep talvez seja o primeiro grande esforço explícito... público... na direção da transformação interior individual...quem sabe o caminho ... para a manifestação de uma nova consciência... na coletividade...?


.. as pessoas são pegas meio de surpresa...como que jogadas no mar...mas o filme tem a rara sabedoria...de depois ...fazê-las sair nadando...gostando...querendo ver outra e outra vez...coisas que dão novo sentido...novo alento às nossas vidas ...

O sucesso de Bleep mostra que muita gente está se tocando... que a vida não pode ser isto...inglórios sofrimentos.. lutas medíocres .. para mais repetições e mediocridades...

Afinal,...as ciências...as altas tecnologias nos lançam a cada dia...num mundo exterior... cada vez mais mágico: imagens voam...chegam quase que instantaneamente... em qualquer e todo lugar...novos universos..de perfeição, inteligência e beleza...surgem a toda hora das descobertas na micro e macro natureza...

E... as nossas vidas...(interior/exterior)...não deveriam ser também ...tão mais inspiradas...tão mais mágicas?



Bleep vai nos contando sobre algumas verdades reveladoras... nascidas de interpretações da teoria quântica...fala dos limites do conhecimento racional, da física clássica, do materialismo realista...e abre uma fresta/fissura de janela...a famosa descontinuidade... acesso ao que não se explica...por lógica nenhuma...que transcende o espaço-tempo....o mistério... (intuição, por exemplo, é apenas uma vaga manifestação desse mistério em nós!)... mas aqui a ênfase é na misteriosa passagem do mundo das possibilidades... (que existe potencial antes de qualquer existência, que é indivisível, que tudo liga, tudo conecta...)...a passagem deste mundo materialmente não existente para a manifestação material do mundo real ... quando ativado pela nossa percepção consciente...pelo poder da consciência em nós....no salto quântico... criativo...quando, então, criamos...co-criamos...ao ativar o universo potencial...


E...porque...não criamos nossas vidas...mais sábias...mais puras...mais dignas...mais fáceis...mais alegres?

...podemos sim... sugere Bleep...acenando com outra verdade...fundamental para as nossas vidas e para uma teoria quântica de criatividade...
....podemos vivenciar dois possíveis estados de consciência...duas possíveis identidades...
conhecemos uma... a identidade do ego... sempre apoiados nas experiências do passado nos defendemos...sobrevivemos...mas... nos condicionamos às antigas respostas ...da mente, do corpo, das emoções...somos só quase somente isto...
...mas existe também a outra identidade... a que se manifesta pela fresta da janela... que é também mistério...identidade com o todo... tem acesso a todo o conhecimento...e que está em nós...sempre esteve desde o começo... que é até bem conhecida nossa, da qual temos muitas saudades:

... é a nossa identidade original, nosso estado de criança:...mente aberta...cósmica...totalmente presente... espontânea... instantânea... autêntica... verdadeira... livre...sábia...sim, com todas as características da criatividade...vê as coisas sem as projeções do passado...só presente... mas ...tem raras chances de se manifestar... devido à alta probabilidade das respostas mecânicas condicionadas pelas nossas memórias...
e esta é a identidade do self na psicologia de Jung...e Amit Goswami...fala da modalidade quântica do ser...o ser quântico...


...a criação...a transformação ...o insight criativo transformador só ocorre nesta identidade quântica...no salto fora do espaço-tempo...no acesso às dimensões arquetípicas...de onde
vêm as verdades do elemento novo das criações genuínas ...a nova idéia...a nova percepção...os novos significados...surgidos do nada...sem explicação...e...se não houver este salto ...não conseguimos sair do antigo contexto...e...seguimos... ...repetindo...repetindo...

...em Bleep...o uso metafórico da formação das imagens na água para significar o poder do pensamento /intenção /consciência... leva a que na cena da crise psicológica de Amanda... a gota d’água na pia... provoque literalmente o fechamento do ciclo das possibilidades que a fotógrafa vinha se dando conta...levando-a ... em salto instantâneo... a uma nova percepção...que ...misteriosamente...transforma Amanda..seu modo de estar no mundo...seu comportamento mental... emocional... biológico...e ...ao mesmo tempo... a identidade egoíca até então dominante...é integrada à sua identidade original...quântica...o que está também metaforicamente representado no filme...quando ..com jeito espontâneo e infantil....Amanda empastela a mão numa porção da pasta dental caída na pia, passando-a à amiga ...que é apresentada em Bleep numa leve caricatura do ser livre, espontâneo, natural, vibrante, não convencional, perspicaz, meio criança, meio “louquinha”, compassiva, amorosa-...metaforicamente...o alter self de Amanda...

Posso criar o meu dia...posso criar a minha vida...afirma Bleep...


Mas...fica implícito...não, se for sozinha...individualizada...separada do todo...vivenciando e satisfazendo somente as necessidades do nosso ego...assim, com certeza, não posso...
Mas...posso sim...se estivermos reconhecendo... nos ligando...nos entregando...nosso ego se rendendo...a esta rede de conexões que tudo e todos juntos formamos...sentindo seus movimentos...suas circunstancias...indo junto...em harmonia...deixando as coisas acontecerem...as coincidências surgirem...a vida...as pessoas...os fatos... adquirirem novos significados...tornando-se vivos...presentes...interessantes...adquirindo sabor...nos surpreendendo...nos admirando...nos encantando...

Mas...se ainda não estamos conectados...podemos desenvolver todo um processo criativo...como Amanda...de busca...de introspecção...de crença...de perseverança...de soltura... ligação... inspiração... como é necessário na criação de toda grande arte.... acreditar... confiar... ter fé...que...com certeza...chegamos lá... ao salto...que nos transforma...nos elucida...nos ilumina... ...

Lais Wollner
-Doutora em Física, formação em História da Arte, Arte e Filosofia do Taichi, tem ministrado palestras, workshops e cursos sobre - Processo Criativo e Metodologia; O Comportamento Quântico e a Dança do Tao; Criatividade:o Modelo Quântico e a Prática do Tao; Taichi Pai Lin- em universidades e instituições como Unicamp, Senac, Fundação Peirópolis, Instituto PaiLin


Conseguiram chegar até aqui? se quiserem saber mais procurem...


publicado por bruxabouga às 08:25

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