Vem, cara, me retrate/Não é impossível/Eu não sou difícil de ler/Faça sua parte/Eu sou daqui eu não sou de Marte/Vem, cara, me repara/Não vê, tá na cara, sou porta-bandeira de mim/Só não se perca ao entrar/No meu infinito particular(...)"

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Terça-feira, 8 de Agosto de 2006

smelly cat...

smelly cat, smelly cat, what are you doing?...

 


publicado por bruxabouga às 15:35

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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006

Never Give up

Never Give Up

Never give up
No matter what is going on
Never give up

Develop the heart
Too much energy in your country
Is spent developing the mind
Instead of the heart
Develop the heart

Be compassionate

Not just with your friends
But with everyone
Be compassionate

Work for peace
In your heart
And in the world
Work for peace

And I say again
Never give up
No matter what is going on around you
Never give up

copyright©2003 His Holiness The Dalai Lama and Ron Whitehead
Message given by His Holiness The Dalai Lama to Ron Whitehead.
Longer message translated into this poem by Ron Whitehead.
Poem message blessed by His Holiness The Dalai Lama
with permission for Ron Whitehead to share with everyone.



publicado por bruxabouga às 20:07

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Woeser e Bhuchung D.Sonam

I Am
Bhuchung D. Sonam

I am what I am
One for all
All for none,
An empty crevice
A full stomach,
Oft fool, seldom wise,
A child in a man's shoe
Geared to walk on a stony path,
Craves to crush those dried leaves
Turns on when a dg barks,
Snores hard on a soporific talk,
I once owned a pea-shooter
Now a pen that writes -
'I abhor the new moon night
Darkness invokes dreams abase,
Drunken man, jumping snakes,
Crooning jackals and shattered sleep.
Yet on the full moon night
I sleep to dream…
Green for leaves
Blue for oceans
White for snows,
And when the morn arrives
I awake
A child in man's shoe
I am what I am.

Secret Tibet

Dedicated to the imprisoned Tenzin Delek Rinpoche, Bangri Rinpoche and Lobsang Tenzin
- Woeser 

Woeser

I
When I think of it, what do they have to do with me?
Palden Gyatso1, imprisoned for thirty-three years;
Ngawang Sangdrol2, locked up since she was twelve;
then the newly-freed Phuntsok Nyidron 3
and Lobsang Tenzin4, imprisoned somewhere.
I don’t know them, really, haven’t even seen their photos.

I only saw on the web, in front of an old lama,
shackles, sharp knives, cattle prods with multiple functions.
Loose skin, bony cheeks, furrowed wrinkles,
a recognizable handsomeness from his youth,
a beauty that doesn’t belong to the mundane.
Becoming a monk early in life,
the Buddha’s spirit glows in his face. ...

Os blogs desta poetisa foram retirados pela censura chinesa, alguns deles encontram-se neste site.

www.tibetwrites.org

 


publicado por bruxabouga às 19:53

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Cirque du soleil

Liiiiiiiiiiindo!


publicado por bruxabouga às 18:58

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porque é lindo

Já gastamos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as paredes das esquinas
em esperas inúteis.


Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.


Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.



Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já se não passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.


Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

Eugénio de Andrade



publicado por bruxabouga às 18:48

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porque tenho andado distante...

não tenho escrito, distanciei-me um pouco de tudo isto, não porque nada tenha a dizer mas estava a começar a entrar num campo algum privado, a internet tem destas coisas uns criam blogs para puro exibcionismo outros porque vão na maré, outros ainda talvez aí eu me inclua porque num momento de loucura aderiram a tão grande rede, enfim resolveram colocar por letras todos os pensamentos por mais absurdos que sejam ou mesmo sem interesse algum para quem quer que seja senão para nós mesmos e até aí nesse facto coloco algumas dúvidas, tenho o hábito de não reler nada que escrevo nem para rectificar algum possivel erro ortográfico, sei que num acto de impulsividade de imediato deletava, enfim mas por aqui continuo, umas vezes mais bem disposta outras nem por isso, o que para aqui escrevo nem mesmo tem o intuito de ser lido é tipo sei lá uma sessão de terapia, fica mais barato, o único problema mesmo é a exposição, mas também segundo dizem por cada 7 pessoas no mundo alguém conheçe alguém... tudo circula no mesmo o que eu diga ou escreva alguém decerto faz e diz o mesmo, nada é novo. O interessante da net é que ao criarmos um pseudonimo criamos uma personagem que até pode ter muito a ver connosco mas nós achamos que ninguem nos conheçe e então abrimos as portas, janelas até os ralos da nossa existência, resultado expomos tudo o que temos de uma forma silenciosa e achamos que estamos seguros, mostramos aquilo que cara a cara muitas das vezes não temos coragem de fazer, ao criarmos esta personagem acabos por ser o herói da nossa história aqui não existem barreiras tudo pode ser criado como nós queremos. Um dos outros factores interessantes é o grupo de pessoas que acabamos por conhecer que embora desconhecidos sejam acabam por saber de nós mesmos e vice-versa que se de grandes amigos se trata-se, aqui não existem obrigações não é necessário a hipócrisia, acreditamos que debaixo desse pseudonimo ninguém realmente sabe quem somos e aí quando damos por ela tudo está a nu. Por falar em nu claro está que depois existem aqueles pervertidos, que aproveitam todo este mundo para desenvolver a sua mentalidade pérfida aí esses mais valia estarem quietos no seu mundo de inseguranças.

Depois existem aqueles coragosos que assinam os seus blogs com os seus verdadeiros nomes com esses é-nos possivel ser mais leal, não existe o receio de por uma eventualidade acontecer que em vez de estarmos a falar com um suposto desconhecido mas sim com o vizinho do lado ou mesmo como já aconteceu com o companheiro ou companheira, essa quando soube achei graça, aí sim eram mesmo as chamadas almas-gémeas, até no escuro se encontraram.

Conclusão a internet é um mundo imenso e desconhecido, e saber que em qualquer parte do mundo te podem estar a ler dá-me uma certa sensação de vertigem, há que ter alguns cuidados não nos deixar-mos envolver por esta teia, mesmo naqueles ciclos chamados mais restritos, tipo orkut, multiply,etc, que de restritos nada têm acho que deve haver uma certa cautela ao colocar a mão na tecla, enfim apeteceu-me hoje deixar isto amanhã até posso mesmo revelar um dos meus segredos mais escondidos quem sabe...


publicado por bruxabouga às 17:04

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